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Casas de recuperação: Como funcionam ?

Entenda como funcionam Casas de Recuperação para dependentes químicos e alcoólatras, encontre uma clínica de recuperação mais perto de você !

As casas de recuperação é uma das melhores formas de afastar alguém do vício.

Apesar de muita gente já ter ouvido isso, é comum que existam algumas dúvidas sobre como as clínicas ou casas de recuperação funcionam.

O conteúdo abaixo visa lançar uma luz sobre o assunto e desmistificar algumas histórias que rodeiam o tema.

Acompanhe!

Qual o tempo mínimo de internação

Em geral, o tempo mínimo é 90 dias.

Contudo, o tempo de internação varia conforme o progresso de cada paciente e o modelo adotado por cada clínica de tratamento, levando em média, 180 dias.

Os dias em que o adicto passar em uma casa de recuperação serão divididos em três fases, sendo ela:

Acolhimento

Nesse primeiro momento, o paciente irá passar por exames clínicos e psicológicos para que possa receber os primeiros atendimentos.

A família será entrevistada durante esse período, a fim de dar início à conscientização sobre o tratamento.

A partir daí, o paciente será instruído sobre as atividades que serão realizadas durante a internação e sobre as regras do local.

Abstinência

A partir de agora, o dependente químico ou alcoólatra começa a entrar em um período em que o causador do vício não estará presente.

Não há drogas ou bebidas alcoólicas nas casas de recuperação e isso pode provocar raiva e consequências ao organismo de um viciado, como vômitos, alteração no humor e redução do apetite.

O corpo e a mente se sentem desejosos por algo que anteriormente era consumido desenfreadamente, situação que causa mudanças no comportamento e impulsos violentos.

O dependente será incentivado a tentar superar e vencer esse processo, com a finalidade de não precisar fazer uso de nenhuma substância para se sentir feliz.

Caso o paciente tenha bons resultados nessa etapa, o tempo para recuperação poderá ser diminuído, caindo até para 150 dias, podendo variar conforme o sistema da clínica.

Desintoxicação

Durante o processo de desintoxicação, o paciente receberá acompanhamento médico e se necessário, poderá fazer uso de medicamentos, com o objetivo de minimizar os sintomas da abstinência e para tratar os danos causados pelo uso do vício ao organismo.

Pós-internação

Última etapa, que tem início após os acompanhamentos psicológicos, atividades físicas e laborterapia (atividades simples que estimulam responsabilidades e realização de tarefas).

Na pós-internação, o adicto retorna à sua casa e volta a ter convívio com os familiares.

Todavia, saiba que curar um vício é algo complexo, logo, continue monitorando o que o viciado faz e consome e oferecendo apoio e confiança, com o intuito de evitar o surgimento do vício novamente.

Como são os primeiros dias em uma clínica para dependentes químicos ?

Nos primeiros dias, o paciente irá realizar exames para uma avaliação do estado da sua saúde e saber o que necessita de mais atenção no seu organismo e quanto a sua saúde mental.

É comum que palestras e entrevistas com a família do adicto sejam marcadas, para que assim, possa-se explicar melhor o processo de internação e como deve ser o papel dos familiares.

A partir disso, nas clínicas integrais, o paciente irá conhecer o local em que irá viver durante o processo de tratamento e terá os primeiros contatos com os outros pacientes e com a equipe médica.

É comum que o paciente, mesmo aqueles que se internaram voluntariamente, apresente muita resistência nos primeiros dias, pois a ideia de morar em uma clínica de recuperação pode causar medo, sobretudo, por conta da abstinência total do vício.

No entanto, o apoio dos familiares pode ajudar o paciente, pois ele se sentirá seguro e motivado.

A família pode visitar quem está internado em casas de recuperação?

A lei de número 10.216, no artigo terceiro, afirma que a participação da família deve ser ativa em meio ao processo de tratamento de um alcoólatra ou dependente químico.

Assim, a clínica de reabilitação deve aceitar a visitação dos familiares.

Além disso, essa lei também assegura a posse dos meios de comunicação para que assim, o contato entre familiares possa ocorrer através de cartas e mensagens via internet.

Contudo, importa dizer que a visitação da família é tratada de formas diferentes em cada clínica de tratamento.

clínicas de reabilitação para dependentes químicos e alcoólatras que acreditam que o isolamento total do indivíduo auxilia no afastamento de problemas que podem ter dado origem ao vício, como conflitos familiares, que podem ser lembrados ao ver a presença da família.

Outras clínicas valorizam a participação ativa dos familiares do adicto, acreditando que a família é uma motivação no processo, pois o dependente químico ou alcoólatra visa ter melhores relacionamentos entre os parentes com o abandono do vício.

Mas lembre-se que o que diz a lei é válido, então, caso o dependente químico ou alcoólatra esteja inserido em uma clínica que não permite a visitação da família ou posse de celulares, é possível sim que haja a visitação e o uso dos meios de comunicação, segundo a lei.

Quantas pessoas podem visitar um dependente em uma clínica de recuperação?

Isso varia conforme a clínica.

É evidente que cada clínica de recuperação delimita suas próprias regras, como número de visitantes, código de vestimenta e duração da visita que, em média, dura cerca de duas horas.

Dá pra usar droga ou beber dentro da clínica de recuperação?

Não, pois dentro da clínica de reabilitação o viciado deve vivenciar a abstinência total das drogas ou das bebidas, sendo isso, um dos principais objetivos do processo.

A partir disso, o adicto é obrigado a aprender a viver sem o uso da substância que antes era frequentemente consumida.

A abstinência pode causar alguns impactos no organismo do indivíduo, que são minimizados com o auxílio de medicamentos recomendados pelos médicos da clínica.

Clínica de recuperação obriga a pessoa a trabalhar?

A única forma de trabalho que deve haver em casas de recuperação é a laborterapia, que consiste na adequação de trabalhos manuais e simples de acordo com as preferências do paciente.

Desse modo, caso o adicto tenha gosto pela arte, pintar quadros e fazer apresentações teatrais com vários pacientes dentro da clínica, isso é possível e recomendado, por ser considerado uma forma de laborterapia.

Ajudar na hora de preparar as refeições e na limpeza do ambiente são outras atividades que podem ser inseridas dentro de uma clínica de recuperação para dependentes químicos e alcoólatras.

A organização do ambiente também é conhecida como terapia ocupacional, que tem o objetivo de despertar o sentimento de prazer através do trabalho e de fazer com que o indivíduo consiga, futuramente, a inserção no mercado de trabalho, sabendo cumprir prazos e desempenhar sua função.

Outras formas de trabalho, que gerem lucro para a clínica, não podem ser admitidas sem a remuneração do paciente ou sua vontade, pois seria considerado uma forma de trabalho forçado.

Com base nisso, a laborterapia pode ser muito importante na vida do adicto, pois proporciona diversos benefícios e pode estimular o gosto pelo trabalho.

Se o viciado for violento, ele pode apanhar dentro de uma casa de recuperação?

Não, os colaboradores do local devem agir da forma mais delicada possível, com o intuito de acalmar o viciado, quando violento.

Desse modo, a equipe médica não pode, em hipótese alguma, tentar agredir o paciente, ao menos que o caso seja de legítima defesa.

No entanto, infelizmente, existem clínicas clandestinas que se utilizam da violência para acalmar os pacientes, além de tratá-los das piores formas, com alimentos estragados e constantes ameaças.

Essas clínicas costumam não possuir autorização da prefeitura, vigilância sanitária ou ministério público para funcionar.

Por conta disso, é essencial que seja realizada uma pesquisa minuciosa antes de decidir qual clínica contratar, atentando-se aos relatos de pessoas que frequentaram e a documentação que o local possui para poder funcionar.

O Grupo Encontre Clínicas é uma instituição especializada no apoio de familiares e pessoas que procuram clínicas de recuperação para internação de dependentes químicos e alcoólatras e contamos com 170 parceiros credenciados. Todos eles contam com autorização para funcionar e são frequentemente inspecionados, tanto em relação às suas instalações físicas quanto em relação à capacidade de seus profissionais e depoimentos de seus pacientes.

Se você quiser contar com a nossa experiência para encontrar a melhor clínica para ajudar a si mesmo ou a alguém importante para você com a internação em uma casa de reabilitação, entre em contato através de um dos nossos telefones e conheça melhor o nosso trabalho.

Nossos números são (44) 31382122 e WhatsApp (11) 96262-2008.

Levar o usuário de crack para uma clínica possa parecer algo “agressivo”, na maioria dos casos, é a única maneira de driblar o vício de forma efetiva
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O que fazer quando a pessoa pede pra sair da clínica de reabilitação?

Primeiramente, verifique como são os tratamentos oferecidos pela clínica em que essa pessoa deseja sair.

Conheça o sistema do local, analisando se os pacientes costumam apresentar alguma melhora e tente saber se o tratamento oferecido é em boas condições.

Caso a clínica de recuperação esteja se utilizando de métodos sub-humanos, tire seu familiar de lá.

Caso as condições sejam boas, não adianta mudar de clínica, pois certamente o dependente químico ou alcoólatra não se sentirá satisfeito com os processos e regras associadas ao local por estar desconfortável com a ausência de drogas e álcool.

Deixe claro para ele que se ele for sair da clínica, será para outra clínica e não para casa. Dessa forma, saberá se ele realmente está incomodado com o tratamento que está recebendo ou se simplesmente está tentando encontrar uma forma de abandonar o tratamento.

Se o paciente não quer trocar de clínica de recuperação, desejando apenas sair da clínica, saiba que esse comportamento é algo normal, tendo em vista que o adicto possa não estar acostumado com uma rotina pautada em regras, obrigações e, principalmente, distância do vício.

Recomenda-se sugerir para o paciente ficar mais alguns dias, com o objetivo de conseguir fazer com que ele goste do local com o passar do tempo.

Caso você realmente esteja considerando a ideia de tirar um dependente químico ou alcoólatra de uma boa casa de recuperação, tenha em mente que logo ele retornará para o vício.

Busque oferecer motivação constante para o adicto, ponderando os benefícios do abandono ao vício e os motivos para continuar na clínica de recuperação.

Tente conversar com os colaboradores do local, a fim de melhorar as convivências e contatos do paciente com os colaboradores.

Além disso, estimule que o adicto faça amigos, pois conversar e se distrair pode ajudar o paciente a ter uma visão mais otimista acerca das casas de recuperação.

Apesar de ele estar momentaneamente privado da sua liberdade e da sua rotina, esse curto período fará com que ele tenha condições de ser realmente livre, para o resto da vida e que possa voltar a sonhar e ser feliz, de verdade, livre de tudo que o controla e tira sua dignidade e vontade de viver.

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