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Drogas que diminuem a atividade mental

drogas que diminuem a atividade mental

Drogas que diminuem a atividade mental, também conhecidas como depressores do sistema nervoso central (SNC), são substâncias que têm um efeito relaxante sobre o cérebro. Ao contrário das drogas estimulantes, que aceleram o sistema nervoso central, os depressores tornam o corpo mais lento e sonolento.

Neste artigo, discutiremos as principais drogas que diminuem a atividade mental e seus efeitos no organismo. Leia conosco e saiba mais sobre o assunto, vamos lá!

O que são drogas que diminuem a atividade mental?

Como mencionado acima, as drogas que diminuem a atividade mental, também conhecidas como depressores do sistema nervoso central, são substâncias que agem diretamente no cérebro, reduzindo a atividade nervosa e provocando uma sensação de relaxamento e sedação no organismo.

Esse tipo de droga pode ser usado para reduzir a ansiedade, a insônia, a dor e algumas patologias do sistema nervoso.

No entanto, o uso excessivo dessas substâncias pode levar a dependência química e causar sérios problemas de saúde, como problemas respiratórios, delírios, coma e até mesmo a morte.

7 principais drogas que diminuem a atividade mental

1. Álcool

O álcool é uma das drogas que diminuem a atividade mental, e é uma das mais consumidas em todo o mundo. O álcool é um depressor do sistema nervoso central, e seu uso em excesso pode causar uma série de problemas à saúde do usuário, como problemas hepáticos, doenças cardiovasculares, dependência e danos neurológicos.

Além dos problemas de saúde, o vício em álcool traz inúmeros prejuízos à vida do indivíduo, tanto em termos sociais quanto emocionais. O usuário pode sentir dificuldade em manter relações interpessoais saudáveis, o que pode levar ao isolamento social e até mesmo a problemas financeiros.

O vício em álcool também pode interferir no desempenho profissional e acadêmico, e pode ser a causa de diversos acidentes de trânsito e de trabalho.

Portanto, é importante que os indivíduos que sofrem com problemas relacionados ao álcool busquem ajuda profissional o quanto antes, para que possam retomar o controle de suas vidas e se livrar dos prejuízos causados pelo vício.

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2. Cannabis (maconha)

A cannabis, também conhecida como maconha, é uma das drogas que diminuem a atividade mental. Seu principal componente psicoativo, o delta-9-tetraidrocanabinol (THC), atua no cérebro modificando a forma como as informações são transmitidas entre neurônios.

Seu uso pode afetar a função cognitiva, a memória e o julgamento, podendo levar a problemas na vida do viciado. O uso crônico da cannabis pode causar dependência e síndrome de abstinência, que inclui sintomas como irritabilidade, insônia e falta de apetite.

Além disso, o uso dessa droga pode estar associado a problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade, além de riscos para a saúde física, como problemas respiratórios e cardiovasculares.

Na vida do viciado, a cannabis pode afetar negativamente a atividade profissional, as relações interpessoais e a qualidade de vida como um todo. O tratamento para o vício em cannabis pode envolver terapia comportamental e farmacoterapia, para ajudar o indivíduo a superar a dependência e retomar sua vida plenamente.

3. Heroína

A heroína é uma droga altamente viciante que tem como principal efeito a diminuição da atividade mental. Ela afeta diretamente o sistema nervoso central, diminuindo os impulsos nervosos e causando uma sensação de euforia e relaxamento.

No entanto, o uso prolongado da heroína pode causar diversos efeitos colaterais, afetando gravemente a vida do viciado. Entre os problemas que a droga pode causar, podemos citar:

  • Constipação;
  • Problemas respiratórios;
  • Insônia;
  • Ansiedade;
  • Depressão;
  • E, em casos mais graves, overdose e morte.

Além disso, o vício em heroína pode afetar a vida social, financeira e familiar do usuário, uma vez que a droga pode levar à perda de empregos e problemas com a justiça. Dessa forma, é fundamental que a pessoa que usa a heroína busque ajuda médica e psicológica para superar o vício e recuperar uma vida saudável e plena.

4. Metanfetamina

A metanfetamina é uma das drogas que diminuem a atividade mental e causa sérios problemas para a vida do viciado.

Ela é uma droga estimulante que afeta diretamente o sistema nervoso central, aumentando o nível de dopamina no cérebro. Isso causa uma forte sensação de euforia e aumento de energia, mas latente a longo prazo.

O uso de metanfetamina pode causar uma série de problemas de saúde, como convulsões, danos cerebrais, problemas cardíacos e renais, além de danos dentários e na pele.

O vício em metanfetamina pode afetar todas as áreas da vida do usuário, incluindo relacionamentos e finanças, levando a problemas legais e até morte. Além disso, a metanfetamina pode afetar a saúde mental do usuário, causando ansiedade, paranóia e até psicose.

A recuperação do vício em metanfetamina pode ser um processo difícil e longo, mas é possível com tratamentos adequados. É importante que os usuários em potencial evitem usar metanfetamina e busquem ajuda se já estiverem viciados.

5. Benzodiazepínicos 

Os benzodiazepínicos são uma classe de drogas que atuam como depressores do sistema nervoso central, diminuindo a atividade mental. Estas drogas são comumente utilizadas como tratamento para transtornos de ansiedade, insônia, convulsões e outras condições.

No entanto, o vício em benzodiazepínicos é um problema comum, e o uso prolongado pode causar efeitos colaterais graves, incluindo sonolência, confusão, falta de coordenação, visão turva, problemas de memória e redução do desempenho cognitivo.

Além disso, a retirada abrupta ou redução da dosagem dos benzodiazepínicos pode levar a sintomas de abstinência, como ansiedade, tremores, suores noturnos, insônia e convulsões.

Dependendo da gravidade da dependência, o tratamento pode exigir um processo de desintoxicação lento e gradual, acompanhado de terapias comportamentais para ajudar na recuperação completa do paciente.

6. Barbitúricos

Os barbitúricos são uma classe de drogas que diminuem a atividade mental e são frequentemente prescritos como sedativos e hipnóticos. Eles agem no sistema nervoso central, produzindo um efeito de sedação, relaxamento muscular e redução da ansiedade.

No entanto, o uso excessivo e prolongado dessas drogas pode levar à dependência química e a uma série de problemas na vida do viciado, como distúrbios do sono, ansiedade, depressão, alucinações e até mesmo coma ou morte em casos mais graves.

Os barbitúricos também afetam o desempenho cognitivo e motor do indivíduo, prejudicando sua capacidade de tomar decisões e realizar atividades diárias. A interrupção abrupta do uso pode causar sintomas de abstinência, incluindo tremores, ansiedade, insônia, convulsões e até mesmo risco de suicídio.

7. Opióides

Os opióides são muitas vezes utilizados para aliviar a dor, mas também podem ter efeitos da euforia e prazer, o que os torna altamente viciantes.

O abuso dessas substâncias pode levar a uma série de problemas de saúde física e mental, como depressão respiratória, overdose, danos ao fígado, problemas cardíacos e cerebrais. A dependência de opiáceos pode afetar significativamente a vida de uma pessoa, levando ao isolamento social, perda de emprego, dificuldades financeiras e problemas legais.

O tratamento para a dependência de opiáceos pode ser difícil, mas é possível com a ajuda de profissionais de saúde e o apoio da família e da comunidade.

A abstinência da droga deve ser feita gradualmente, com a utilização de medicamentos e terapia comportamental cognitiva. O apoio emocional e a prevenção de recaídas são fundamentais para uma recuperação bem-sucedida.

Tratamento para dependência química de drogas que diminuem a atividade mental: como ocorre?

O tratamento para o vício em drogas que diminuem a atividade mental deve ser abrangente e individualizado. Entenda:

Primeiro passo, a desintoxicação

O primeiro passo é geralmente uma desintoxicação, que ajuda a remover as substâncias do corpo do viciado e, muitas vezes, é acompanhada por medicamentos que ajudam a reduzir a intensidade dos sintomas de abstinência.

Segundo passo, os programas de reabilitação

Após a desintoxicação, o viciado pode entrar em um programa de reabilitação que inclui terapia individual e em grupo, educação sobre o uso de drogas e estratégias para lidar com o vício e seus gatilhos.

A terapia pode ser em formato de terapia cognitivo-comportamental, que ensina habilidades para mudar comportamentos e pensamentos associados ao vício. Também pode haver programas de aconselhamento, para ajudar o viciado a lidar com as causas subjacentes do vício, como depressão, ansiedade ou traumas emocionais.

Outros tratamentos possíveis

Outros tratamentos complementares com bom resultado incluem atividades físicas, yoga e meditação. Alguns viciados podem precisar de medicamentos para tratar depressão, ansiedade ou outras condições de saúde mental que possam desencadear ou contribuir para o vício.

É importante que o tratamento seja personalizado e adaptado às necessidades de cada indivíduo, para maximizar as chances de sucesso. Até a próxima!

Dr Jose Riva Junior

Dr. José Riva Junior é Medico, CRM 206513 e Autor do Grupo Encontre Clínicas de Recuperação e Reabilitação, tem dedicado sua carreira a criar conteúdo bem pesquisado para que aqueles que estão em busca de tratamento possam encontrar a ajuda de que precisam.

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