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Fase de Negação: Viciado diz que para de usar drogas quando quiser.

O que fazer quando todo mundo sabe que uma pessoa é viciado em drogas e álcool, mas ela nega e até se aborrece quando é questionada sobre o assunto?

O que fazer quando todo mundo sabe que uma pessoa usa drogas, mas ela nega e até se aborrece quando é questionada sobre o assunto? Nesse conteúdo abordaremos o tema “Fase de Negação! O que fazer quando o dependente não assume o vício?”.

O vício em drogas ou álcool acontece em níveis que, muitas vezes, se repetem e servem como parâmetro para identificar a dependência química ou alcoólica.

Não é certo que todos os viciados viverão as mesmas fases, mas é comprovado que muitos repetem o mesmo ciclo até chegarem aos piores estágios da dependência.

Conhecer as etapas do vício é importante, tanto para se reconhecer como um alcoólatra ou dependente químico quanto para identificar se um familiar está vivenciando a dependência e precisa de ajuda.

Fase de Negação é Comum entre Alcoólatras e Dependentes Químicos

Quando o assunto é tratamento de dependência química, o melhor cenário é aquele em que o adicto assume sua condição e compreende que precisa de ajuda.

Quando há o interesse do próprio alcoólatra ou dependente químico em sair do vício, o processo é muito mais fácil, tanto para ele quanto para a família.

Infelizmente, é muito mais comum que quem está vivendo submerso no uso de drogas e álcool não aceite a ideia de se tratar e um dos principais motivos é não reconhecer que está viciado.

Há um percentual enorme de dependentes químicos e alcoólatras que não assume estar viciado (essa é a fase de negação e pode durar dias, meses ou anos), quando questionado ou pressionado sobre o uso excessivo de álcool e drogas diz que usa porque gosta e que se quiser ficar sem usar, fica, e que não para porque não quer.

Também não é nada incomum que viciados usem desculpas para se drogar. Seja o término de uma relação, a morte de um ente querido ou a perda do emprego, tudo pode ser motivo para beber ou usar drogas.

Ao tentar conversar com o viciado é comum que ele diga que, tão logo se recupere da fase “ruim” que está vivendo, parará de usar as substâncias.

Nenhuma situação, no entanto, justifica o fato de alguém se embriagar ou se drogar, e se essa é a única forma que a pessoa está conseguindo utilizar para resistir aos seus problemas, está claro que está precisando de ajuda.

O adicto ou alcoólatra que não assume seu vício dificulta muito a convivência ao seu redor, pois tenta justificar suas atitudes culpando o trabalho, a família, os relacionamentos e isso apenas amplia o problema, ao mesmo tempo em que o viciado piora sua condição física e mental.

Nesse caso, é importante que a família reconheça seu papel e tome a melhor decisão para proteger o dependente químico ou alcoólatra de se prejudicar ainda mais e causar ainda mais danos para si e para os outros.

Quando internar um Alcoólatra ou Dependente Químico contra a vontade dele?

A internação involuntária é a internação realizada sem a concordância do dependente químico ou alcoólatra.

A decisão de realiza-la é dolorosa e muito difícil para a família, que pode sentir que está realizando uma traição e se sentir culpada por estar afastando o viciado do convívio de todos e da sua rotina.

Esse sentimento é um dos maiores problemas relacionados à internação e é de suma importância que ele seja combatido, pelo bem do próprio usuário de drogas ou álcool.

A família, muitas vezes, se torna co-dependente e vira refém de sentimentos de culpa e medo que só atrapalham na reabilitação do alcoólatra ou adicto.

O tempo que algumas famílias demoram para tomar a decisão de internar um dependente químico para reabilitação e tratamento é, em muitos casos, tempo suficiente para que o alcoólatra cause um acidente de trânsito que leva a sua vida ou a de outras pessoas.

Durante o tempo que uma esposa ou uma mãe demora para ter coragem de internar seu filho ou marido, não é incomum que doenças como cirrose, hepatite, câncer e outras se desenvolvam no organismo do adicto, ceifando sua vida silenciosamente, enquanto ele já deveria estar em tratamento e reabilitação.

O medo de se indispor, brigar e magoar o dependente químico ou alcoólatra muitas vezes é tão grande que a família acaba, de forma inconsciente e inconsequente, se rendendo ao discurso do viciado, que está sem condições de cumprir as promessas que faz e sem os recursos necessários para dignificar novamente sua vida, por isso, é de suma importância que os adultos da família assumam a responsabilidade e realizem a internação assim que perceberem que o vício existe.

Lei que permite internação involuntária de dependentes químicos é sancionada

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Qual o momento ideal para a internação de um viciado?

O momento certo para realizar a internação para reabilitação é o mais cedo possível.

Há dependentes químicos e alcoólatras que negam a dependência e, nesse caso, não é necessário que haja uma confissão de vontade para que haja a internação em uma clínica de recuperação.

A própria família pode analisar se é necessário iniciar um tratamento.

Algumas perguntas ajudam a identificar essa necessidade:

·         O usuário já realizou furtos dentro ou fora de casa para suprir a necessidade de uso de drogas ou álcool?

·         Já causou algum acidente automotivo sob efeito de alguma substância?

·         Já agrediu fisicamente algum familiar, amigo ou pessoa próxima?

·         Se envolve em discussões ou brigas em bares, festas, no trabalho ou na vizinhança, chegando a ser contido para evitar agressões?

·         Já desmaiou ou perdeu a consciência em virtude de uso de álcool ou drogas?

·         Já precisou ser conduzido ao hospital em decorrência de uso de álcool ou drogas?

·         Já faltou ao trabalho ou foi demitido por estar embriagado ou drogado?

·         Já cometeu algum tipo de abuso ou agressão sexual estando alcoolizado ou drogado?

·         Bebe ou consome drogas escondido, mesmo após abordado pela família e orientado para não realizar mais tais atividades?

Se a resposta para uma ou mais dessas perguntas for positiva, é o momento de buscar auxílio médico e terapêutico e a melhor forma de fazer isso é através da internação em clínica de reabilitação e tratamento.

Usuário de drogas diz que vai parar. Devo confiar?

Quando o assunto da internação é levantado dentro de uma família, é natural que o dependente químico ou alcoólatra tente convencer a todos de que não é necessário encaminhá-lo para uma clinica de reabilitação.

Essa atitude é motivada pelo medo. Medo de perder o emprego, os relacionamentos e também, de ficar distante do álcool e da droga.

Para evitar a internação em uma clinica para tratamento é bastante comum que o adicto faça promessas e se comprometa a abandonar o vício.

Também não é incomum que o viciado realmente fique alguns dias longe das substâncias e melhore seu comportamento, porém, basta que o assunto pare de ser discutido para que o dependente retorne ao mesmo padrão de comportamento e vício anterior a essa fase.

Isso não significa que todo alcoólatra e dependente químico sejam mentirosos e mal intencionados, porém, as condições em que eles se encontram envolvem dependência física e psicológica.

Imagine que você se comprometa a passar um dia inteiro sem comer. Seu corpo pedirá, incessantemente, por alimento. Você possui dependência FÍSICA de alimentação.

O corpo de um dependente químico ou alcoólatra funciona de forma parecida em relação à droga.

Muitas vezes, o dependente perde até mesmo as sensações físicas relacionadas à alimentação e deixa de comer, porque a dependência da droga consegue ser maior, até mesmo, que suas necessidades mais primitivas, como comer e dormir.

Fazer com que o organismo retorne ao seu estágio anterior ao vício é um processo que inicia com a desintoxicação e precisa permanecer evoluindo, superando crises de abstinência e restabelecendo a saúde mental ao mesmo tempo.

Fazer isso sozinho é possível, mas você pode imaginar o quanto pode ser difícil?

Na clinica de recuperação, o dependente químico ou o alcoólatra não sofrerá as influências do meio, ou seja, estará distante da oferta de drogas e álcool, terá ajuda médica para suportar e superar o período de desintoxicação e para resistir ao período de abstinência, com a ajuda de medicação e terapia.

Mesmo com tanto suporte, a reabilitação não é fácil, porém, é completamente possível.

Fazer isso sozinho pode ser um processo desgastante, longo e muitas vezes inútil, pois sem mudanças profundas, ajuda de terapia e tratamento, é muito comum que hajam recaídas frequentes e a retomada da vida no vício.

Ajuda para internar um Viciado contra sua vontade

Se você chegou até aqui é porque está precisando de ajuda para internar um viciado contra sua vontade.

Primeiramente, parabéns. Essa decisão é extremamente difícil, porém é um ato que resulta em VIDA, em restauração de sonhos e na reconciliação de famílias inteiras.

Para encontrar uma clínica de recuperação perto da sua residência e saber como proceder para realizar a internação, quais são os valores, se o plano de saúde paga a internação e para tirar qualquer outra dúvida, ligue pra gente (44) 99155-7195 ou chame no WhatsApp (11) 96262-2008.

Atendimento para viciado em drogas e álcool

Vamos esclarecer cada detalhe para que você se sinta em paz com a sua decisão e amadureça essa ideia com o apoio de profissionais especializados no assunto.

Enquanto há vida, há chance. Siga em frente e dê essa nova oportunidade para quem você ama.

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