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Internação Involuntária como Proceder – Clínica de Recuperação

Internação Involuntária como Proceder – Clínica de Recuperação

Dentro dos processos de internação em clínicas recuperação, um dos tipos comuns é a internação involuntária, ou seja, aquela que ocorre quando o paciente não interna-se por vontade própria.

Há alguns casos em que a internação involuntária pode ser indicada, por necessidade, como é o caso do indivíduo que oferece riscos a ele mesmo e a outras pessoas, como familiares.

Em geral, um indivíduo passa por um procedimento de internação involuntária quando o mesmo não possui a capacidade de reconhecer que está sofrendo com uma dependência química grave.

Mas como, exatamente, deve-se proceder com esse tipo de internação? Quem é o responsável por fazer o pedido da mesma? Quem pode pedir para que uma pessoa seja internada involuntariamente em uma clínica de recuperação?

Se você quer saber tudo sobre esse assunto, então não deixe de acompanhar esse artigo até o final, pois ele irá tratar, de forma aprofundada, do tema.

Boa leitura!

 

Entenda como se deve proceder com a internação involuntária

O que é a internação involuntária?

O primeiro tópico desse artigo diz respeito, justamente, a questão de explicar o significado desse procedimento comum para dependentes químicos.

Sendo assim, você tem noção do que é a internação de um indivíduo de forma involuntária?

Esse é um tipo de internação legal, ou seja, do ponto de vista de que existe uma lei assegurando-a, sendo uma alternativa para que se possa tratar dependentes químicos que resistem à internação voluntariamente.

Existe, inclusive, uma lei federal de 2004 que regula sobre as internações de dependentes químicos, o que tornou mais fácil conseguir esse tipo de internação.

No caso da internação involuntária, pessoas próximas ao dependente químico, como é o caso dos familiares ou responsáveis legais, fazem a requisição da internação sem que seja necessário o aval do paciente.

Quando um pedido para internação desse tipo é realizado, é preciso que ele seja avaliado com bastante cuidado, levando-se em conta os principais critérios e o bom-senso de quem está julgando a autorização para o procedimento.

A internação involuntária jamais deve ser considerada como a primeira opção para o tratamento de um dependente químico, mas apenas quando as outras vias ou alternativas estiverem sido esgotadas.

O responsável pelo julgamento e avaliação do pedido de internação de um dependente, de forma involuntária, deve ser um médico que precisa fazer uma análise geral da situação.

É preciso que cada caso seja avaliado separadamente, entendendo o tipo de substância utilizada, bem como o grau de dependência e o padrão de uso do indivíduo.

Só assim, e depois de verificar se as outras vias de tratamento são ineficazes, é que o mesmo dará o aval para que a internação involuntária do paciente ocorra.

 

Quando é necessário fazer o pedido de internação involuntária?

Como já foi dito, não são em todos os casos que a internação involuntária é indicada, muito pelo contrário, normalmente ela é vista como a última opção de tratamento.

Ela só deve ser indicada, portanto, quando outras alternativas de tratamento não forem mais viáveis, como é o caso do tratamento médico e psicoterapia de forma voluntária pelo paciente.

Quando um indivíduo não admite ou não reconhece o comportamento de vício, passando a apresentar um sério perigo para si mesmo e para as pessoas ao seu redor, a internação involuntária é necessária.

É o caso também, por exemplo, de quando se precisa evitar surtos psicóticos ocasionados pelo uso de substâncias, colocando a integridade física do paciente em risco.

 

Como é o procedimento da internação voluntária?

Anteriormente no texto, foi dito que familiares ou responsáveis legais podem, em última instância, requisitar a internação voluntária de uma pessoa que é dependente química.

A lei 13.840 de 2019, entretanto, fez uma modificação em que permite que servidores públicos do sistema de saúde do país, bem como assistentes sociais também podem fazer essa requisição.

Entretanto, para isso é preciso que um médico faça a autorização após analisar o caso, e mais, é necessário que o profissional tenha registro no Conselho de Medicina da região em questão.

O procedimento de internação involuntária tem um prazo máximo de 90 dias, independentemente de por quem foi feita a requisição, pois esse é o período considerado eficiente para a desintoxicação do paciente.

A família ou os responsáveis legais, entretanto, podem fazer, a qualquer momento, a requisição para que o tratamento de internação seja interrompido e o paciente possa sair da clínica de recuperação.

 

Importância da família reconhecer alguns sinais de um dependente químico

Para que uma família possa, em última instância, fazer a requisição de uma internação involuntária para um familiar, é preciso que ela possa reconhecer, primeiramente, os sinais de um dependente químico.

Muitas vezes, os familiares ou responsáveis legais até mesmo fecham os olhos para a realidade, o que não é o mais certo e pode dificultar ainda mais as coisas.

Quanto antes se tiver atento à situação do paciente, entendendo se o mesmo já encontra-se em um estado avançado ou inicial, mais fácil é conseguir os resultados positivos no tratamento.

Sendo assim, aqui vão alguns sinais que todos devem ficar alerta para não correr o risco de deixar alguém próximo afundar-se na dependência química e necessitar uma internação involuntária:

 

  • Relações familiares alteradas: quando alguém começa a utilizar drogas, ou mesmo torna-se viciado em outras substâncias lícitas, como álcool ou medicamentos, é normal afastar-se da família

 

  • Problemas financeiros por descontrole pela compra da substância em que é viciado: problemas financeiros começam a surgir quando alguém está sofrendo com dependência química, visto que os gastos com a substância em que está viciado são enormes

 

  • Perda de vida social: a vida social daquelas pessoas que possuem dependência química é totalmente modificada, pois a vida das mesmas resume-se a buscar formas de conseguir e utilizar-se das substâncias

 

  • Perda de interesse e falta de compromisso com atividades antigas: outro ponto é a modificação do interesse, que antes se possuía, com relação a atividades antigas, faltando com compromisso com elas, como é o caso do emprego que possui

 

A internação involuntária não é o que parece

É preciso, também, desmistificar a internação involuntária, que ainda é muito mal vista pela maioria das pessoas, inclusive aqui no Brasil, principalmente.

O pensamento da maioria é que essa alternativa, a última entre as opções viáveis para o tratamento da dependência química, é abusiva e desumana com as pessoas que precisam passar por ela.

Como foi mostrado até aqui, ela realmente é necessária para salvar a vida da pessoa em questão, pois ela acaba sendo consumida pelo vício, podendo vir a colocar a própria integridade física em risco.

Se o dependente não enxerga o imenso problema que possui, o normal é que ele continue caminhando para um abismo sem volta, até que alguém intervenha.

As leis foram criadas, justamente, para proteger os direitos dessas pessoas e evitar que elas venham a sofrer durante esse tratamento, as resguardando, evitando arbitrariedades nos pedidos de internação desse tipo.

Além disso, é importante que a família esteja presente para acompanhar o tratamento e não apenas assine um pedido e deixe tudo nas mãos dos profissionais que serão responsáveis pelo cuidado do paciente.

 

A importância de uma clínica de recuperação de qualidade e confiança

As clínicas de recuperação foram criadas com o intuito de proporcionar um tratamento eficaz para pessoas que sofrem com dependência química, estejam elas internadas voluntariamente ou involuntariamente.

A primeira coisa a ser notada é que deve-se verificar se a mesma possui os registros necessários para funcionar, como aquele junto ao Ministério da Saúde, bem como órgãos municipais e estaduais.

Depois, é preciso conhecer como funcionam os protocolos médicos para tratamento dentro da clínica, compreendendo também se o número de profissionais é adequado ao número de pacientes do local.

Além disso, torna-se necessário conhecer mais sobre os profissionais que trabalham na clínica, de modo a compreender se os mesmos são habilitados nos seus devidos conselhos e capacitados para tratar dependentes químicos.

Após tudo isso, e não menos importante, toda a estrutura do local deve ser bem avaliada, para se garantir que ela irá proporcionar o conforto e a segurança do dependente químico.

É preciso, por exemplo, saber se há previsão para tratamentos de emergência e como é feito o processo de desintoxicação do paciente.

Com isso, os familiares ou responsáveis legais poderão fazer a requisição da internação involuntária para a clínica em questão com maior confiança.

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Conclusão

Como você viu, a internação involuntária é uma das formas de tratamento contra a dependência química, que costuma ser bastante requisitada quando o paciente já não possui eficácia com outras alternativas.

Assim, jamais esse tipo de internação deve ser visto como forma prioritária de tratamento contra a dependência química.

Neste texto, você pôde conhecer mais sobre a internação de dependentes químicos que ocorre de forma involuntária, compreendendo quem pode fazer a requisição e quando ela é necessária.

Se você procura uma clínica que seja segura e de qualidade para internar involuntariamente um familiar, busque no nosso site: www.encontreclinicas.com.br.

Gostou do artigo de hoje sobre saiba como proceder na internação involuntária?

Se você ficou com alguma dúvida sobre esse assunto, escreva-a abaixo nos comentários para que eu possa ajudá-lo.

 

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Paulo Esidio

Paulo Esidio diretor do Grupo Encontre Clínicas, e terapeuta especializado em dependência química a mais de 15 anos fazendo aconselhamento e encaminhamento para centros terapêuticos em todo o Brasil - Contato (11) 941595453

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