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Matéria do Bem Paraná mostra os diferentes aspectos da Maconha.

A matéria do Bem Paraná mostra os diferentes aspectos da maconha e curiosidades à respeito da droga popular e que muitos não têm medo sequer de provar.

Planta que provoca sensação de bem estar e relaxamento, alucinações, larica, fome descontrolada, risadas, olhos vermelhos e outras sensações que muitos descrevem como engraçadas trouxe a matéria do Bem Paraná mostra os diferentes aspectos da maconha e suas curiosidades à respeito de uma droga popular e que muitos não têm medo sequer de provar.

As drogas já estão presentes em nossa sociedade há muito tempo, eram usadas anteriormente para diferentes fins como por exemplo, auxiliar mulheres a sentir intensidades menores de dores nos partos. Além disso, assim como o álcool, presente desde em média 7000 anos em nossa civilização, as drogas também estiveram em média na mesma linha. 

Diferentemente do álcool, que precisa de um processo de fermentação e produção, as drogas são naturais como cogumelos e plantas, assim como a Cannabis sativa. Entretanto, eram utilizadas de maneiras diferentes, com fins próprios, o de ajudar em situações expressivas, em rituais religiosos ou comemorações de guerras.

Deste modo, por mais que se passasse do ponto algumas vezes, a questão da adicção às drogas não era algo visto como ilícito, ou prejudicial, pois as pessoas já tinham a noção que existiam plantas que utilizadas para certos fins poderiam ajudar, entretanto em excesso, não teriam recurso terapêutico algum a não ser uma sensação de desconforto e de “estar doente” posteriormente.

Em “Almanaque das Drogas”, livro de Tarso Araújo, há inicialmente um capítulo contando a história das drogas ao longo da evolução da nossa civilização. Sendo assim, vale expressar que há uma citação interessante “ os gregos compartilham a noção de que nenhuma droga é boa, ou má em si. O perigo está no excesso”

Contudo evoluímos drasticamente para a era capitalista, e esta foi fundamental para a disseminação dos produtos lícitos e ilícitos e conjuntamente a perda de senso sobre o controle. Com o trabalho árduo e as mudanças rápidas, muitos aproveitaram para descontar o descontentamento ou frustração nas substâncias psicoativas, e as mais comuns eram a cannabis sativa e o álcool.

Matéria jornalística do Paraná sobre drogas demonstra importantes fatos sobre a maconha

Falar sobre drogas não é apenas necessário, mas obrigatório sendo assim a matéria jornalística do Paraná sobre drogas demonstra importantes fatos sobre a maconha e ajuda muitos leigos que não sabem sobre. Algumas pessoas radicalizam o aspecto a respeito de saber quando um filho usa droga e não sabe como abordar, outros simplesmente desacreditam e passam um pano achando que nada vai acontecer. Mas o fato é que droga é para ser falado, conversado e em certos casos, realizado uma intervenção clínica.

A matéria do Bem Paraná mostra os diferentes aspectos da maconha, especialmente a abordagem que o Grupo Encontre Clínicas sempre cita em seus artigos, a questão da marginalização das pessoas que acabam por se tornar dependentes das drogas. Condenar ou marginalizar alguém não incita tratamento, muito pelo contrário, é apontar e não efetivamente cuidar ou tratar. As psicanalistas Luciana Saddi e Maria de Lurdes de Souza Zemel, autoras da obra Maconha: Os diversos Aspectos da História ao Uso (editora Blucher), levantam essa questão conjuntamente com a psicologia.

A obra procura fazer uma análise histórica, social e econômica concomitantemente com os aspectos psicológicos nos bastidores do uso da cannabis sativa, indo além da discussão punitiva e policialesca. Em síntese o livro faz uma abordagem interessante, mas deixa a indagação se vale ou não a pena manter o uso do psicoativo para o leitor.

É interessante a maneira como se aborda essa questão pelas autoras do livro, já que em meio social, já que cabe a nós nos informarmos e termos o conhecimento necessário sobre as drogas independentemente de licitude. Entretanto, a escolha de usá-las ou não, só pertence a nós mesmos.

Porém como infelizmente estamos vivendo em uma sociedade de excessos, onde para tudo se há uma fuga, escolher as substâncias psicoativas de maneira compulsiva, obsessiva e sem controle, além de prejudicar a si mesmo e aos familiares pode ser o começo do fim. Dependentes químicos se não tratados podem ter sérios problemas como entrar em looping num sistema de prisões e serem vítimas do tráfico para manutenção de uso do narcótico.

A maconha não é a porta de entrada para as drogas, mas sua taxa de dependência é de 10%

O que muitos acreditam infelizmente é uma mentira, a maconha não é a porta de entrada para as drogas, mas a sua dependência é de 10%, todavia o maior vilão dessa história é o álcool. Exatamente, assim como o cigarro de tabaco, algo lícito e que mata muito mais do que se imagina, o álcool desinibe jovens e adultos e os deixa libertos para experimentar novas “oportunidades”. Conjuntamente pessoas que ao longo do processo experimentam maconha e tendem a levar adiante esse uso por um período, em média 10% delas se tornam dependentes crônicos.

A Matéria do Bem Paraná mostra os diferentes aspectos da maconha, mas vai muito além disso, trazer a questão da marginalização e da ótica da valorização do indivíduo e a maneira de como é abordada a dependência química dentro de uma questão do capital e de tratamento no Brasil é interessante. Em nota, no final da matéria Zemel cita que o problema não está na cannabis, mas como as pessoas se relacionam com ela e a dinâmica desse relacionamento.

Com isso, a matéria jornalística do Paraná sobre drogas demonstra importantes fatos sobre a maconha e Tarso Araújo com sua obra “O Almanaque das Drogas” reafirma sobre o potencial de dependência da cannabis, fazendo com  se repense sobre a questão do uso da substância. Outra questão que se deve levar em conta é o tráfico de drogas, que promove a venda de substâncias ilícitas onde a cannabis está presente.

Por fim, independentemente das questões sociais pertinentes à dependência química, vale ressaltar a questão humanitária do tratamento e o Grupo Encontre Clínicas está alinhado com este quesito. Realizar o recurso terapêutico para essas pessoas que precisam de ajuda faz parte da nossa essência e trabalho, e principalmente meta de transformação social.

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