O comportamento de pessoas que utilizam substâncias como a cocaína, popularmente conhecida como “pó”, pode ser complexo e variado, oferecendo consequências a curto e a longo prazo ao indivíduo.
O consumo exagerado dessas substâncias podem resultar em mudanças comportamentais, afetando a saúde mental, emocional e social de quem realiza o consumo, podendo trazer danos severos, e em alguns casos, irreversíveis.
Compreender esses padrões de comportamento é crucial para uma abordagem mais eficaz no tratamento da dependência, além de ser fundamental para conscientizar sobre os perigos e os efeitos destrutivos que o uso contínuo pode acarretar.
Para entender melhor, veja a seguir os principais detalhes sobre o comportamento de quem cheira pó e as principais consequências à saúde que podem ser desenvolvidos.
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ToggleQuais são os sintomas de quem usa cocaína?
Os sintomas causados pela cocaína podem afetar o corpo e a mente de um usuário, variando a sua intensidade diante de uma série de fatores como quantidade consumida, absorção do organismo e dentre outros.
De forma geral, alguns sintomas físicos e mentais que são considerados comuns e mais frequentes em quem faz o uso exagerado da cocaína, são:
- Dilatação de pupilas;
- Aumento da frequência cardíaca;
- Ansiedade;
- Insônia;
- Alucinações;
- Tremores e convulsões;
- Agressividade;
- Agitação e outros.
A mudança de comportamento de quem cheira pó pode ir ocorrendo com o passar do tempo após o uso, podendo começar com uma euforia, depois partindo para agitação, alucinação e dentre outros sintomas.
Como identificar se alguém é usuário?
Identificar um usuário de cocaína pode ser desafiador, uma vez que os sintomas nem sempre são óbvios.
No entanto, saiba que existem alguns comportamentos e sinais que são considerados como “comuns” entre os dependentes, facilitando uma possível identificação, como:
- Mudanças no padrão de sono como insônia ou sono excessivo;
- Dificuldade nas relações sociais e afetivas;
- Negligência em atividades importantes como trabalho, estudo e outros;
- Ansiedade;
- Tremores constantes, especialmente em abstinência;
- Paranoia;
- Agressividade.
Quais são as consequências do uso?
O uso de cocaína tem diversas consequências diversas, tanto a curto quanto a longo prazo, podendo afetar diretamente a saúde mental, física e emocional de quem faz o consumo.
Alguns dos principais riscos que podemos citar principalmente a longo prazo, são:
- Aumento do risco de infartos;
- Derrames;
- Problemas respiratórios;
- Depressão;
- Ansiedade;
- Psicose;
- Paranoia e outros.
Além disso, vale citar que a curto prazo mesmo, os impactos sociais e familiares podem ser frequentes, o consumo afetando o trabalho, relações interpessoais e a vida familiar como um todo.
O uso de cocaína tem cura?
A dependência química, seja causada por cocaína ou outras drogas, é considerada como uma doença crônica, ou seja, sem cura.
No entanto, ela pode ser tratada com programas de reabilitação, terapia psicológica e, em alguns casos, medicamentos para ajudar no controle dos sintomas de abstinência e prevenir recaídas.
Ou seja, é possível prevenir e fugir dos sintomas causados pelo seu consumo, permitindo que o paciente tenha novamente qualidade de vida e consiga viver bem.
Lembrando que a recuperação depende de um esforço contínuo e de um apoio adequado.
Quais são os primeiros sinais de um usuário de cocaína?
Detectar um usuário de cocaína logo no início pode ser difícil, mas existem sinais que podem alertar para o problema.
Alguns dos sinais considerados comuns e iniciais de quem realiza o consumo exagerado de substâncias químicas, são:
- Mudanças repentinas de humor: alteração de estado entre euforia e até mesmo irritação;
- Isolamento social e familiar;
- Perda de interesse em atividades cotidianas como hobbies, esportes e eventos sociais em geral.
Quais doenças pode desenvolver?
O consumo de cocaína tanto a curto quanto a longo prazo pode resultar no desenvolvimento de diversas doenças, tanto na esfera física quanto mental de um paciente.
Algumas das doenças mais comuns é no sistema cardiovascular, especialmente devido ao sobrecarregamento causado pelo consumo exagerado das substâncias. Algumas doenças que podem resultar são arritmias cardíacas, infartos e até mesmo hipertensão.
Além disso, vale citar que o uso constante de cocaína também pode afetar o cérebro, causando danos às células nervosas e alterando áreas associadas à memória, tomada de decisões e controle emocional.
Assim, causando comportamentos adversos e incontroláveis, como também problemas psiquiátricos.
O que acontece com quem usa cocaína regularmente?
O uso regular de cocaína pode levar a uma rápida degradação da saúde física e mental do usuário, com consequências graves para o corpo e a mente.
Devido ao uso constante, o corpo vai criando resistência a substância, sendo necessário cada vez mais quantidade para chegar aos mesmos efeitos anteriores.
E, o consumo de quantidade ainda maiores, podem potencializar os danos ao corpo e a mente do indivíduo, podendo gerar danos graves e até mesmo irreversíveis.
Quando o uso se torna preocupante?
Quando a cocaína já começa a ser consumida em grandes quantidades para surtir os mesmos efeitos, isso já é um sinal de grande alerta, devendo buscar por ajuda profissional o mais breve possível.
Além disso, vale ficar atento e preocupado no uso, quando a cocaína já começa a interferir negativamente em vários aspectos da vida do usuário, como no trabalho, nas relações sociais e na saúde física e mental.
Como ajudar alguém a parar de usar?
Ajudar alguém a se libertar do vício de cocaína pode ser desafiador, mas é possível com o suporte certo e tratamentos adequados.
Inclusive, essa é a principal indicação e ajuda que uma pessoa pode oferecer a quem está sofrendo com o vício em drogas, que seria a indicação a um tratamento profissional, esse que conseguirá oferecer suporte de qualidade e funcional ao paciente.
Como lidar com um usuário que não quer ajuda?
Lidar com um usuário relutante em buscar ajuda exige paciência, compreensão e, muitas vezes, a intervenção de profissionais.
Um dos tratamentos existentes hoje no mercado é o involuntário, esse que permite a intervenção profissional em pacientes que sofrem com o vício da cocaína, mesmo que isso seja contra a sua vontade.
Ela é indicada, especialmente quando o paciente já começa a oferecer um risco para a sua vida e a de pessoas próximas a ele.
Como se libertar da dependência de cocaína?
A recuperação da dependência de cocaína envolve uma combinação de tratamentos, como terapia cognitivo-comportamental, programas de reabilitação e, em alguns casos, o uso de medicamentos.
O processo é gradual, e buscar por um tratamento contínuo é crucial para evitar recaídas e conseguir superar o vício causado pela substância.
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