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Podem ocorrer fugas em clínicas de recuperação?

Podem ocorrer fugas em clínicas de recuperação ? Saiba tudo sobre tratamento para dependentes químicos, e Como lidar com essa situação. Saiba mais.

Quando se está em uso o foco é a substância, porém em recuperação o foco é nos procedimentos que envolvem tudo o que era posto de lado na vida do adicto, entretanto mesmo assim é possível que hajam lapsos dentro desse processo como por exemplo, podem ocorrer fugas em clínicas de recuperação ou até mesmo de centros de terapia intensiva psiquiátrica.

Por mais que a vida de quem use drogas seja um sofrimento constante, e ao mesmo tempo seja cercada de incertezas e problemas, indivíduos viciados ou adictos, têm a droga como forma de apoio e dessa maneira recorrem a substância como forma a enterrar suas fragilidades emocionais ou problemas rotineiros.

Contudo, isso é uma falsa ilusão, já que há uma somatização de problemas pois apesar de sanar o desconforto naquele instante ou momento de uso, a drogadicção faz com que a pessoa tenha problemas de saúde física e mental posteriormente. Consequentemente o usuário de drogas se submete, dependendo dos estágios da adicção, à situações terríveis e de extrema miséria moral como acometimento de delitos, crimes e até mesmo a prostituição massiva. Como resultado, pode agregar mais doenças ao leque de problemas como comorbidades psicológicas e DST’s em caso de pessoas que fazem da prostituição ou sexo químico um hábito.

Como forma de ajudar essas pessoas que se encontram nesse estágio de evolução da doença, com o intuito de estagnar o processo evolutivo da dependência química conjuntamente com a criação de uma estratégia de tratamento ao longo prazo e de medidas eficientes, existem locais como: os hospitais psiquiátricos; as clínicas de recuperação fechadas; as clínicas de recuperação abertas e as comunidades terapêuticas.

Hoje as instituições de recuperação estão famosas, especialmente no Brasil. Por conta do sistema público de saúde (SUS) que ajuda a população no processo de internação desses pacientes e consequentemente por ser um dos países da América Latina que vai na contramão do mundo quando o assunto é drogas. Enquanto o mundo tenta regular o álcool e tem tendências de binge drinking menores, o Brasil tem mais. O mundo está combatendo as drogas e, estatisticamente provando serem eficazes em queda nos gráficos, nós estamos em alta. Além de parte do território brasileiro e alguns estados estarem listados na Interpol como rota do tráfico de drogas internacional. “Tá tranquilo, tá favorável” para o brasileiro se tornar adicto e enfiar o pé na jaca.

As fugas acontecem mesmo nas melhores instituições e fazem parte do processo da recuperação quando a falta da substância é muito grande

Se podem ocorrer fugas em clínicas de recuperação ou até mesmo de centros de terapia intensiva psiquiátrica, mesmo com todos os processos que dificultem, podem com certeza. As instituições, independentemente do estilo, nunca sabem o tipo de paciente que pode estar chegando, mesmo tendo todo o equipamento e instalação preparados, existem pacientes que chegam em um estado crítico e acabam não conseguindo – mesmo com o tratamento medicamentoso – focar no procedimento de reabilitação. Deste modo ocorrem deserções.

As fugas acontecem mesmo nas melhores instituições e fazem parte do processo da recuperação quando a falta da substância é muito grande e o quadro de abstinência se torna crônico, ou simplesmente por mudança de comportamento e desistência do tratamento. Existem clínicas que são abertas, onde o tratamento é voluntário e mesmo assim, algumas pessoas acabam por simplesmente abandonar o recurso terapêutico de uma hora para outra através do ato da fuga. Como exemplo o caso de Cíntia Roberta da Silva, 34 anos ,que estava internada em Limeira e fugiu no último domingo, 18 de Abril. A família em desespero busca informações.

Há também ocasiões de fuga de certas instituições justamente por conta da péssima qualidade no serviço prestado. Algumas instituições que utilizam da agressão física ou maus tratos. Esse tipo de tratamento induz pacientes internos a organizarem ou mobilizem fugas em massa, como forma de rebeldia e liberdade desse tipo de estabelecimento. Um caso curioso aconteceu em Anápolis e foi noticiado em 2013 pelo G1. Duas instituições foram interditadas pela polícia por conta dos horrores vividos pelos internos, alguns viviam em cárcere privado pela própria instituição.

Na unidade psiquiátricas, onde normalmente há uma estrutura maior, é dificultoso para os pacientes que são institucionalizados conseguirem realizar deserções. Contudo podem ocorrer fugas em clínicas de recuperação e na ala de psiquiatria intensiva também. É o exemplo o hospital de Maringá onde 5 pacientes que haviam se internado voluntariamente na instituição, todos dependentes químicos, simplesmente resolveram fugir. E ainda por cima renderam o vigia para poder realizar o feito.

Independentemente do tratamento, se o foco for o recurso terapêutico as fugas na recuperação estão fora de cogitação

É difícil ter que escolher de uma hora para outra a recuperação, mas muitos simplesmente não aguentam mais usar e tem o famoso despertar espiritual que narcóticos anônimos tanto cita, com isso independentemente do tratamento, se o foco for o recurso terapêutico as fugas na recuperação estão fora de cogitação.

E do mesmo modo que as fugas acontecem mesmo nas melhores instituições e fazem parte do processo da recuperação quando a falta da substância é muito grande e não se consegue lutar contra a abstinência. Ao pensar em tratamento para dependência química, pacientes que já tiveram o processo de fuga em seu dossiê, muitas vezes ao longo da institucionalização obtém resultados excelentes.

Quando o foco é no princípio da recuperação e o paciente se engaja no processo, por mais que haja intempéries durante a mesma, o aprendizado é exponencial. Tais resultados não só o paciente acaba por colher ao longo do processo, mas a família e a sociedade conjuntamente, já que a dependência química é uma doença biopsicossocial.

O Grupo Encontre Clínicas, antes do processo de internação, realiza conversas com a família e com o dependente (paciente). Justamente para direcionar e evitar o procedimento de realocação desnecessário. Fazemos o tratamento com enfoque na recuperação e aceitação do paciente ao tipo de tratamento, posto isso, apostamos no diálogo e transparência, assim como o tratamento humanizado por parte de nossos parceiros. Entre em contato, ajude quem você ama.

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